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sábado, 22 de maio de 2010

DANÇA TERAPIA


Roger Garaudy, no seu famoso livro "Dançar a Vida" dá-nos um panorama histórico da dança relacionando suas transformações em um contexto cultural, político, religioso e artístico.
A dança, como qualquer outra criação do homem teve no seu trajecto e em seu significado a marca do desenvolvimento e da relação do homem com o seu mundo.Quando o autor nos situa nesse desenvolvimento apontando os grandes acontecimentos da área, apresenta todo o surgimento e o desenvolvimento do ballet clássico até sua decadência e crítica com o surgimento de novas maneiras de pensar e manifestar a dança.
Os pioneiros desta “ebulição” e os mais relevantes dentro do pensamento que desjo pontuar, são: Isadora Duncan que não só trouxe uma técnica nova, mas uma nova concepção da dança e da vida., tendo realizado uma unidade profunda entre sua dança e sua vida e que, para realizar esta unidade, rompeu com as convenções e códigos que há séculos sufocavam este tipo de arte; Ruth Saint Dennis que dizia que a maior função da dança é a de ajudar o homem a formar um conceito mais nobre de si próprio. Tinham em comum primeiramente a mesma vontade de dar à dança uma significação humana e espiritual profunda e, depois, a de alcançar isto pela liberação do corpo e de seus movimentos.
Podemos perceber assim que não só o caminho terapêutico tem se transformado, mas também o da arte; uma mudança e evolução que acompanha o desenvolvimento do homem no mundo. E agora estamos em um momento de questionamento não só dos modos terapêuticos como também da função da arte nesses tempos. Mérito das pessoas que estão buscando desenvolver seus trabalhos com esse tipo de integração, o que nos tiraria do papel de alternativos para o de pioneiros nessa construção.
A história da dançaterapia ilustra bem este caminho: instaurou-se como profissão em 1966, com a criação da Associação Americana de Dançaterapia. As pioneiras foram todas mulheres; bailarinas, coreógrafas e professoras de dança que, compartilhavam uma paixão comum e um respeito profundo pelo valor terapêutico de sua arte. No começo não possuíam nenhum tipo de formação clínica e careciam de um marco e referencia teórica. Mas cada uma sabia do poder transformador da dança a partir de sua experiência pessoal. Entre 1940 e 1950, ainda isoladas uma das outras, ensinavam em estúdios privados e foram gradualmente abrindo caminhos em hospitais psiquiátricos e outros estabelecimentos clínicos. Bailarinas e psicoterapêutas e outros foram se acercando para aprender e estudar com estas primeiras praticantes, que começaram a elaborar uma teoria que pudesse sustentar suas observações.
Mary Starks Whitehouse foi uma das primeiras pioneiras em dança-movimento-terapia.Graduou-se na escola Wigman na Alemanha e também estudou com Marta Graham. Sua análise pessoal e seus estudos no Instituto Junguiano, em Zurich deram como resultado uma aproximação a qual denominou como “Movimento Autentico”. Em um escrito intitulado “ Reflexões sobre uma Metamorfose”(1968), conta a historia de sua transição :“Foi importante o dia que me dei conta que não ensinava dança, ensinava a pessoas...Indicava a possibilidade de que meu interesse principal podia ter haver com o processo e não com os resultados, que não era somente pela arte que eu estava buscando e sim por um desenvolvimento humano.”(Whitehouse aput Chodorow pp3).
Há, no entanto considerações importantes para que essa prática se torne terapêutica e não um momento apenas de expressão corpora,l sem uma atenção a percepção e elaboração do que esta se passando. Três aspectos de observação da “dança-moviento-terapia” são importantes nesse sentido:
1. O que esta fazendo o corpo
2. Qual a imagem associada a esta experiência
3. Qual o efeito associado ou tono emocional
Existem momentos nos quais os três aspectos são claramente reconhecidos e recordados por quem se move e por quem observa.Quando somos conscientes da ação física e da imagem associada a esta, usualmente somos também conscientes da emoção. Mas, algumas vezes, pode ocorrer, como nos sonhos, recordarmos muito pouco.Quando quem se move esta consciente de sua experiência pode contá-la. Embora haja diferença entre sonho e imaginação ativa, esta última esta mais perto da consciência. Além do mais, na “dança-movimento-terapia” como forma de imaginação ativa, o analista esta literalmente presente e é testemunha da experiência à medida que esta acontece. O observador pode não ser consciente das imagens motivadoras até depois da experiência quando ambos podem-se juntar para conversar.
Trabalhar terapeuticamente nesse nível, incluem afetos muito profundos e ligados a um estado pré-verbal.O terapeuta deve estar disposto a a participar quando necessário, trabalhando em um nível corpo e mente, quando não há imagens acessíveis a consciência do outro e quando o instinto, afeto e percepção sensorial começam conjugando-se inicialmente na sensação corporal, na qual pode intensificar-se até trazer a luz a memória ou imagem.



REFERENCIA

segunda-feira, 3 de maio de 2010

SEJAM BEM VINDOS!!!


INTRODUÇÃO


De origem anglo-saxônica portifólio significa: conjuntos de títulos e ações de um investidor, individual ou institucional.Refere-se também como um documento formal que apresenta as experiências de aprendizagem fora ou dentro das escolas, sendo utilizado para solicitar reconhecimento acadêmico da aprendizagem experimental.
O Portfólio é um material acumulado pelo desenvolvimento de um conjunto de ações de sucesso, voltado ao melhor resultado de uma pesquisa ou de um trabalho. São situações interpessoais, que individualmente agregam valores ao processo através de experiência desenvolvida dentro de um determinado período de tempo, por uma análise contínua durante a evolução de um projeto, identificando possíveis potenciais problemas que possam ocorrer no decorrer do processo.


Portfólios na Educação
Na educação constitui uma estratégia que procura corresponder às necessidades de aprofundar o conhecimento sobre a relação ensino-aprendizagem de modo a assegurar-lhe uma cada vez melhor compreensão, e mais elevados índices de qualidade.
O portfólio apresenta múltiplos aspectos e dimensões da aprendizagem, enquanto construção de conhecimentos e, desta, enquanto condição de desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes.
Nessa dimensão do portofólio- ensino- aprendizagem, esse método apresentado, requer uma atenção especial do aluno, seja proposto de maneira individual ou coletiva, ele abarca uma característica especial que é a expressão crítica do aluno e isso futuramente os tornaram mais sábios sob vários pontos de vista, principalmente no que diz respeito a dança e alguns dos seus subsídios.
Estrutura do modelo proposto
O modelo apresenta-se como uma estrutura simples, porém bem diversificada e é dividida da seguninte forma:
· Introdução,
· Desenvolvimento pessoal,
· Desenvolvimento profissional,
· Desenvolvimento acadêmico,
· Desenvolvimento dos assuntos abordados na disciplina
· Conclusão,
· Anexos e
· Bibliografia.

Obs: O modelo exigido não conterá índice e capa, pois o mesmo será blogado.
Como o portifolio será em equipe, no caso em três: Arthur, Cintia e Nadiel, para os desenvolvimentos pessoal, profissional e acadêmico, cada um apresentará suas atribuições, sendo que respectivamente para cada um dos participantes será representados com numerações de 1 a 3.
O portfólio tem como uns dos seus objetivos, aprofundar os conhecimentos no sentindo da construção crítica, baseado em alguns temas abordados especificamente na disciplina de dança e de maneira secundária outros temas que fazem correlação ou interdisciplinaridade com outras disciplinas.

ARTHUR VON-SOHSTEN DE ARAÚJO


1 Desenvolvimento pessoal


Chamo-me Arthur Von-Sohsten de Araújo, tenho 19 anos, nasci no Primeiro Grupamento de Engenharia, João Pessoa – Paraíba, no dia 30 de janeiro de 1991. Minha mãe, Roberta Michelly G. de Araújo, já planejava a gravidez e apenas no quarto mês de gestação descobriu que estava grávida de gêmeos. Ela tinha escolhido os nomes Victor e Vinícius, porém meu pai, Erick Von-Sohsten de Araújo, quis dedicar meu nome ao nome do seu avô que também se chamava Arthur, foi daí que surgiram os nomes Victor e Arthur.
Iniciei meus estudos aos quatro anos de idade, em colégio particular, aos sete anos estudei em escola pública, onde passei dez anos da minha vida e terminei o ensino médio.
Comecei preparar-me pro vestibular da UFPB no terceiro ano do ensino médio, fiz as três provas do PSS e não consegui passar, então fiz cursinho para preparar-me melhor e sentir mais seguro nas provas. Fui bem e passei no curso que sempre quis: Educação Física. Todos da Minha família ficaram felizes! Juntei-me com uns amigos e fizemos uma comemoração para celebrar essa vitória.
Todo mundo sempre dizia que faculdade era um mundo totalmente diferente do que se vê na escola e que certamente esqueceria as amizades conquistadas na escola e cultivaria apenas as novas amizades da faculdade. Comigo essa história não colou (risos). Cultivo sim, as amizades de verdade que conquistei na universidade, mas não me esqueci daqueles que sempre estiveram comigo durante dez anos no colégio.
Durante a semana fico em casa, apenas nos finais de semana que saiu com os amigos, aonde geralmente vamos pra algum show ou dar uma volta na praia à noite, ou qualquer outro evento não programado, decidimos ir na hora, aproveitamos esse momento para nos divertimos e darmos bastante risadas.
Decidi escolher o curso de educação física por que sempre estive ligado a esportes e admirava muito a área de saúde, tinha curiosidades de aprender mais sobre o corpo humano em geral. Desde pequeno eu já gostava de praticar esportes, mas escolhi evoluir no voleibol que é o esporte que pratico há mais tempo, desde os 12 anos já treinava na escolinha do colégio (Sesquicentenário).
Hoje sou muito satisfeito com o que faço e admiro mais ainda o curso de educação física que superou as minhas expectativas. Pretendo concluir o curso e fazer uma pós-graduação para me especializar melhor na área. O curso de educação física me trouxe novas amizades e novos conhecimentos que jamais irei esquecer.


1.2 Depoimentos

· Por Marcelo Linhares (Padrasto):
Há três anos e meio mais ou menos, tive a sorte de ganhar como filho Arthur, garoto responsável, carinhoso, estudioso, enfim... Um filho que todo pai almeja em ter. Com isto me torno super orgulhoso e visualizando um futuro muito promissor pra ele, que com estas características tem tudo para se tornar um grande homem, um grande amigo, enfim um ENORME SER HUMANO.

· Por Roberta Michelly (Mãe):
Falar sobre Arthur é falar sobre coisas boas... É falar sobre amor, carinho, ternura! O admiro não apenas pela beleza, pelo sorriso, pelo olhar marcante, mas, sobretudo pelo ser humano fantástico... Humano, sincero, verdadeiro e apaixonante!
Falar sobre Arthur é falar sobre orgulho. Tive uma imensa sorte de tê-lo como filho, já que filho não se escolhe, assim como pai e mãe. Se possível fosse, gostaria de tê-lo novamente como filho na próxima vida, assim poderíamos cada vez mais ajustar nossas “diferenças”... evoluir o nosso amor!
Acredito que Arthur é um desses seres iluminados que sempre deixa em nós algo de bom, de agradável. Calmo, paciente, discreto, inteligente e amável. É assim que o defino. Características essas que invejo, mas que faz com que a cada dia o admire mais e tenho certeza que o conduzirá a um caminho brilhante!

1.Desenvolvimento Profissional


Com relação ás áreas de trabalhos em que pude atuar relacionados à educação física não foram muitas, porém passei duas semanas trabalhando no projeto “Segundo Tempo” da Prefeitura de João Pessoa, que tem como objetivo levar esporte e lazer para crianças, adolescentes e jovens das periferias das cidades e resultar em qualidade de vida para a população, além de diminuir a violência, melhorar o rendimento escolar e fazer o participante interagir com a comunidade. Com relação à dança, não atuei profissionalmente nessa área, mas sei que existem áreas para se atuar, também em academias, mas não pretendo atuar nessa área.
Hoje, atuo como Personal Dog. Começou por incentivo da minha tia, que me remunerava por passear com o seu cão, a vizinhança gostou da idéia e me procurou. Pesquisei na internet e vi que essa área realmente é muito procurada hoje em dia para os donos que não têm tempo ou que não têm disposição para levar o seu cão para passear e é nesse momento que o personal dog é procurado. Sempre gostei de animais, desde pequeno, e to adorando ter que atuar nessa área. Consegui unir o útil ao agradável.


1. Desenvolvimento Acadêmico

Com relação ao meu desempenho dentro da disciplina de dança, realmente eu tento me empenhar para ser participativo nas aulas. Às vezes chego até mais cedo que a professora (risos). Procuro participar e usar minha criatividade nas aulas práticas para realizar um bom resultado. Nas aulas teóricas, confesso que fico meio sonolento, não chego a dormir, mas faço as anotações que considero como as mais importantes durante a aula.
Da disciplina de dança eu espero desenvolver e evoluir a minha criatividade para utilizar movimentos corporais e aplicá-los em coreografias. Espero um dia poder ensinar alguém a dançar como eu aprendi durante a minha graduação em educação física.